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aldeia de carapicuíba

Na época da fundação da Vila de São Paulo, falava o Padre Anchieta em “doze aldeias, não muito grandes, de índios, a uma, duas e três léguas por água e por terra”. Nesses locais as missões de catequização foram se estabelecendo, e acabavam se transformando também em refúgios contra a violência dos bandeirantes. Habitada inicialmente pelos índios Guaianases, a Aldeia de Carapicuíba foi oficialmente fundada em 1580. É a única das doze aldeias que não foi totalmente destruída.

Apesar de estar muito próxima à Raposo Tavares, o melhor caminho de bicicleta é pelas avenidas que acompanham a linha do trem. O roteiro continua pela avenida Integração, estrada do Cabreúva e avenida Inocêncio Seráfico, passando por regiões bastante movimentadas da cidade de Carapicuíba. Parece haver uma opção pela avenida que segue no sentido sul paralela ao rodoanel, e depois pela avenida Marginal do Ribeirão.

Partindo da zona oeste de São Paulo, são aproximadamente 24km. A ponte do Jaguaré tem tráfego de veículos grandes e pesados, geralmente em alta velocidade. Pela avenida Corifeu de Azevedo Marques, siga até a divisa com Osasco. Conhecendo, é possível também seguir por dentro do bairro do Jaguaré. No final da avenida principal do Parque Continental você encontra a via férrea na altura da estação Presidente Altino. O trecho paralelo à via é plano e bem tranquilo. O rodoanel é a referência para pegar a avenida Integração, à esquerda. Pouco depois de ela mudar de nome, na estrada do Cabreúva estará a única subida acentuada do trajeto. A avenida Inocêncio Seráfico é movimentada e os veículos motorizados têm pouca mobilidade, o que dá uma certa segurança para o ciclista. Após uma longa descida você avistará uma grande área verde. Encontre o palco com arquibancada de cimento e daí será possível avistar, logo ali em cima, a entrada para o largo da Aldeia.

O trajeto de ida tem pouco menos de uma hora. Na volta, pegue a avenida Marginal do Ribeirão, cruze o viaduto sobre o rodoanel e siga paralelo a ele, no sentido norte, até encontrar novamente a linha do trem.

Estive lá em um primeiro sábado do mês, e por isso havia um palco armado e várias barracas com comida e bebida. No restaurante chileno, você pode comer várias empanadas de carne, as verdadeiras. Bom mesmo é escolher um boteco aberto, pedir uma cerveja e tomar sentado num banco de madeira olhando a igrejinha com cruzeiro em frente.

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